{"provider_url": "https://www.santoaugusto.rs.leg.br", "title": "Hist\u00f3ria", "html": "<p style=\"text-align: center; \"><strong>HIST\u00d3RIA DA C\u00c2MARA</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A C\u00e2mara de Vereadores de Santo Augusto foi instalada em 30 de maio de 1959, para um primeiro per\u00edodo legislativo de apenas sete meses, ou seja, de 30 de maio at\u00e9 31 de dezembro de 1959.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A C\u00e2mara contava com 7 Vereadores:\u00a0</p>\r\n<ul>\r\n<li><span>Holdemar Irber</span></li>\r\n<li><span>Guilherme Kettner</span></li>\r\n<li><span>Odoni Rafael Chaves de Souza</span></li>\r\n<li><span>Orozimbo Diniz</span></li>\r\n<li><span>Erno Pauvels</span></li>\r\n<li><span>Lino Berlezi</span></li>\r\n<li><span>Gentil Ribeiro Maciel</span></li>\r\n</ul>\r\n<p><span>Al\u00e9m dos Suplentes:</span></p>\r\n<ul>\r\n<li>Waldir Walter</li>\r\n<li>Jo\u00e3o Evangelista Rolim dos Reis</li>\r\n<li>Darci Hil\u00e1rio Speroni</li>\r\n</ul>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><strong>A CRIA\u00c7\u00c3O DO MUNIC\u00cdPIO</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><b>O movimento emancipacionista para a cria\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Santo Augusto iniciou em 1958.</b></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A cria\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Santo Augusto \u00e9 fruto do movimento emancipacionista promovido pela comiss\u00e3o constitu\u00edda pelos cidad\u00e3os: Ruy Maroso, Caetano Sperotto, Arnaldo Macagnan, Cl\u00e1udio Czamodai, Egberto Sant'Anna de Moraes, Dr. Am\u00edlcar Estanislau de Souza, Lino Berlezi e Edmundo Miguel Simczak, os quais ainda foram auxiliados pelos ent\u00e3o vereadores do munic\u00edpio de Tr\u00eas Passos/RS, ao qual pertencia o Distrito de Santo Augusto, Egmar Umberto Sant'Anna de Moraes e Clodomiro Silva. Em 17 de fevereiro de 1959 foi publicada a Lei Estadual n\u00ba 3.721, criando o munic\u00edpio de Santo Augusto, o qual foi devidamente instalado \u00e0s 10h20min do dia 30 de maio do mesmo ano, em solenidade ocorrida no sal\u00e3o de festas do Clube Recreativo e Cultural 7 de Setembro, com a presen\u00e7a do Dr. Athos Gusm\u00e3o Carneiro, juiz de direito da Comarca de Iju\u00ed/RS, do Prefeito Oswaldo Pio Andrighetto e do Vice-Prefeito Arnaldo Macagnan, dos Vereadores: Erno Pauvels, Gentil Ribeiro Maciel, Guilherme Kettner, Holdemar Irber, Lino Berlezi, Odony Rafael Chaves de Souza e Orozimbo Diniz, bem como dos Suplentes de Vereadores, de autoridades e membros da comunidade, tendo assinado a ata de instala\u00e7\u00e3o cento e oitenta e nove pessoas que estavam presentes ao ato.</p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><strong>DESCRI\u00c7\u00c3O HIST\u00d3RICA</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o do Territ\u00f3rio da Regi\u00e3o</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Pelo Tratado de Tordesilhas (1494) as terras, que muito mais tarde constitu\u00edram o munic\u00edpio de Palmeira, do qual se desmembraria Tr\u00eas Passos e depois Santo Augusto se desmembraria de Tr\u00eas Passos, ficaram juridicamente, pertencentes \u00e0 Espanha. O fato explica-se porque o primeiro contato colonizador na regi\u00e3o foi realizado por mission\u00e1rios jesu\u00edtas.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Viviam aqui \u00edndios Guaranis, que ocupavam as bacias dos grandes rios Paran\u00e1, Paraguai e Uruguai, em sua parte naveg\u00e1vel. Justamente o rio da V\u00e1rzea devia marcar o limite entre os Guaranis e os \u00edndios de tradi\u00e7\u00e3o G\u00ea, nesta regi\u00e3o. Em 1610 os mission\u00e1rios jesu\u00edtas come\u00e7aram as catequeses, com o sistema de Redu\u00e7\u00f5es, na regi\u00e3o de Gua\u00edra, e de l\u00e1 foram estendendo lenta, mas progressivamente, sua a\u00e7\u00e3o rumo ao sul. Em 1626 o Pe. Roque Gonzales estava no Rio Grande do Sul, fundando a redu\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Nicolau e introduzindo a cria\u00e7\u00e3o de gado (1634).</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O gado se torna elemente de cobi\u00e7a dos Bandeirantes e ante a amea\u00e7a a este gado, representada pela funda\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia de Sacramento (1680) e Laguna (1686), os jesu\u00edtas optam pelo retorno dos \u00edndios, fundando-se, a partir de 1687, os Sete Povos.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O territ\u00f3rio foi novamente redividido em est\u00e2ncias para cria\u00e7\u00e3o de gado e em ervais para extra\u00e7\u00e3o da erva-mate, principal produto para o com\u00e9rcio.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A regi\u00e3o de Palmeira coube ao povo de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista (Soares, Mozart Pereira. Santo Ant\u00f4nio da Palmeira. Bels 1974, pg 86) onde podia se explorar os grandes ervais nativos ali existentes. A desagrega\u00e7\u00e3o dos povos que seguiu \u00e0 expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas (1767) e \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o portuguesa (1801) levou os \u00edndios a abandonarem estas atividades. No entanto, foi a extra\u00e7\u00e3o da erva o atrativo econ\u00f4mico para a fixa\u00e7\u00e3o do luso-brasileiro.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O C\u00f4nego Leme, primeiro vig\u00e1rio de Palmeira, iniciando o \"Livro do Tombo da Par\u00f3quia de Santo Ant\u00f4nio da Palmeira\" h\u00e1 20 de maio de 1872, escrevia que em 1824 \"j\u00e1 existia grande n\u00famero de habitantes que deixaram Cruz Alta pela abund\u00e2ncia da erva-mate, a cujo fabrico se dedicavam reunidos em comitivas e armados para se defenderem dos ind\u00edgenas (...) sendo que neste tempo chegaram muitos comerciantes com suas carretas de neg\u00f3cios para permutarem por erva\".</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Evidencia-se por este texto, que os primeiros luso-brasileiros a percorrerem a regi\u00e3o foram impulsionados pela extra\u00e7\u00e3o da erva. Que estes primeiros moradores vieram de Cruz Alta, ali\u00e1s, ent\u00e3o sede municipal de toda a regi\u00e3o noroeste do Estado; que a \"Vilinha\", primitivo nome de Palmeira surgiu como ponto de transa\u00e7\u00e3o comercial entre os ervateiros e os comerciantes. Que na regi\u00e3o havia \u00edndios de quem deviam se defender.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Simultaneamente, ou quase, \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o dos ervateiros se processou a ocupa\u00e7\u00e3o dos campos por estancieiros, tamb\u00e9m vindos de Cruz Alta e que se dedicavam a cria\u00e7\u00e3o de muares para a feira de Sorocaba, em S\u00e3o Paulo e de vacuns para charqueadas de Pelotas e Rio Grande, ali\u00e1s, atividades de todos os estancieiros da regi\u00e3o Missioneiro-Serrana.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Assim foram ocupados tamb\u00e9m os campos de que sa\u00edria mais tarde Santo Augusto, isto entre 1816 a 1824, atra\u00edndo a popula\u00e7\u00e3o mais pobre que se dedica \u00e0 extra\u00e7\u00e3o da erva-mate e os estancieiros dedicados \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A partir de 1824, o Imp\u00e9rio comessava a ocupar a regi\u00e3o de mata com imigrantes em regime de pequena propriedade. A Rep\u00fablica enfrentou o problema da coloca\u00e7\u00e3o de in\u00fameros imigrantes e da crescente migra\u00e7\u00e3o interna provocada pelo pequeno lote recebido (25 ha) e o grande n\u00famero de filhos dos imigrantes. Restava apenas as matas da Bacia do Uruguai para serem ocupadas. Em 1890 se fundava a Col\u00f4nia de Iju\u00ed, onde se estabeleceu a comiss\u00e3o de terras e coloniza\u00e7\u00e3o que orientava a Coloniza\u00e7\u00e3o Oficial tamb\u00e9m no munic\u00edpio de Palmeiras. Iju\u00ed tornando-se munic\u00edpio em 1912, Palmeira tornava-se sede da Comiss\u00e3o de terras e coloniza\u00e7\u00e3o em 1917.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Paralela a esta coloniza\u00e7\u00e3o oficial desenvolvia-se tamb\u00e9m uma coloniza\u00e7\u00e3o particular. Erram estancieiros que julgaram bom neg\u00f3cio lotear as matas de seus latif\u00fandios e vend\u00ea-las a colonos.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><strong>DESENVOLVIMENTO DE SANTO AUGUSTO</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong><br /></strong>Em 1879, um desbravamento militar abriu uma \"picada\" que ligava Cruz Alta a Col\u00f4nia Militar (Tr\u00eas Passos) que ent\u00e3o se fundava. Foi \u00e0 beira desta estrada no lugar chamado Boca da Picada, que em 1917 Pomp\u00edlio Silva aceitava a oferta do fazendeiro Jo\u00e3o Chagas de dirigir uma cerraria, montada para a explora\u00e7\u00e3o da madeira abundante na mata que ali come\u00e7ava.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A cerraria ajuntou fam\u00edlias em seu redor. Pomp\u00edlio aproveitou para abrir uma casa comercial para satisfazer o mercado que se apresentava. A casa comercial prosperou, favorecendo a fixa\u00e7\u00e3o de mais habitantes na localidade. Depois da morte de Jo\u00e3o Chagas, seus sucessores resolveram colonizar a regi\u00e3o. A demarca\u00e7\u00e3o dos lotes foi confiada ao agrimensor Aquiles Couto, proveniente de S\u00e3o Gabriel. Mediu 360 lotes que ele mesmo comprou, transferindo a revenda para os senhores Abel Spelet e Cailer Mota, residentes em Cruz Alta, que encarregaram o Sr. Pomp\u00edlio Solva da execu\u00e7\u00e3o, recebendo em pagamento 9 lotes pr\u00f3ximos da vila que surgia.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Logo um significativo movimento migrat\u00f3rio se instala na \u00e1rea. Descendentes de italianos, alem\u00e3es, poloneses e luso-brasileiros chegaram ao lugar, recebendo pequenos lotes de terra. Estes agricultores dedicam-se \u00e0s atividades de subsist\u00eancia.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Em 1922, foi constru\u00edda a primeira escola, sendo nomeado professor o Sr. Luiz Augusto de Carvalho. Outro marco significativo foi a constru\u00e7\u00e3o da capela, em 1925.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Mas \u00e9 a partir de 1927 que aumentam os pr\u00e9dios do povoado e surgem novas atividades. A concentra\u00e7\u00e3o populacional em torno da antiga casa comercial do Sr. Pomp\u00edlio Silva e a import\u00e2ncia econ\u00f4mica da \u00e1rea s\u00e3o tais que a 28 de outubro de 1928, foi assinado o decreto de cria\u00e7\u00e3o do distrito de Santo Augusto, como o terceiro distrito de Palmeira das Miss\u00f5es. Na ocasi\u00e3o foi nomeado sub-prefeito o Sr. Pomp\u00edlio Silva.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Um das primeiras provid\u00eancias administrativas foi trazer o agrimensor Guilherme Mufeld para medir e delimitar o per\u00edmetro da sede, tra\u00e7ar e dividir as ruas.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A primeira entidade social que surgiu em Santo Augusto foi o Clube Recreativo e Cultural 7 de Setembro, criado em 1934.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Por ocasi\u00e3o do decreto 7.199, de 31 de mar\u00e7o de 1938, Santo Augusto \u00e9 elevado \u00e0 categoria de Vila. Em 1939 foi constru\u00eddo o pr\u00e9dio da sub-prefeitura distrital.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Em 1940, foi constru\u00eddo o Grupo Escolar oficializado pelo Interventor do Estado, a 29 de maio de 1940, sendo seu primeiro diretor o Sr. Andr\u00e9 Baraldi. No mesmo ano, feito o recenseamento, existiam em Santo Augusto 964 fam\u00edlias, com 3.938 habitantes, contando a vila com 60 fam\u00edlias e \u00a0250 habitantes.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A atual par\u00f3quia cat\u00f3lica de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista foi criada em 1941 por sua Exa. Rema. Dom Ant\u00f4nio Reis. A constru\u00e7\u00e3o da igreja matriz foi iniciada em 1946.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Quando Tr\u00eas Passos se emancipou do munic\u00edpio de Palmeira das Miss\u00f5es, em 1945, Santo Augusto passou a pertencer a este munic\u00edpio. \u00a0\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">At\u00e9 1950, Santo Augusto, al\u00e9m de ter um Cart\u00f3rio Distrital, uma Ag\u00eancia Postal (do departamento de Correios e Tel\u00e9grafos), uma Capatazia DAER, tinha estabelecido os fundamentos de sua sociedade de sua vida econ\u00f4mica. A agricultura prosperava e novo impulso recebeu a pr\u00f3pria pecu\u00e1ria pelas maiores facilidade de comercializa\u00e7\u00e3o, tanto no munic\u00edpio como na regi\u00e3o.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O ano de 1956 foi marcado pelo aparecimento de duas entidades esportivas ainda existentes: o Sport Club Internacional e o Gr\u00eamio Esportivo santo-augustense.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A ideia emancipacionista, surgiu em 1958. No plebiscito realizado em 30 de novembro de 1958, 85% dos votantes foi favor\u00e1vel \u00e0 emancipa\u00e7\u00e3o, que inclu\u00eda os distritos de Santo Augusto, Coronel Bicaco e S\u00e3o Martinho, todos pertencentes a Tr\u00eas Passos.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Em 17 de fevereiro de 1959, pela lei estadual n\u00ba 3.721, foi criado o munic\u00edpio de Santo Augusto. Em maio do mesmo ano foi realizado o primeiro pleito municipal. Os eleitos, os senhores Oswaldo Pio Andrighetto e Arnaldo Macagnan para prefeito e vice-prefeito respectivamente, foram empo\u00e7ados no dia 30 de maio de 1959, juntamente com a primeira C\u00e2mara Legislativa.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O ano de 1963 foi marcado, entre outras coisas, pela emancipa\u00e7\u00e3o dos distritos de S\u00e3o Martinho e Coronel Bicaco.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Ainda em 1959 foram instalados os servi\u00e7os judici\u00e1rios da Comarca n\u00e3o Instalada de Santo Augusto. tamb\u00e9m neste ano foi instalado o Escrit\u00f3rio Regional de Terras, e em 1960 a Exatoria Estadual. No mesmo ano de 1960 surge o primeiro estabelecimento de ensino secund\u00e1rio: a Escola Comercial Pe. Anchieta. Em 1965, com a cria\u00e7\u00e3o do ensino t\u00e9cnico comercial, a escola passou a denominar-se Escola T\u00e9cnica Comercial Pe. Anchieta. O Gin\u00e1sio Estadual de Santo Augusto, foi criado em 1964, sendo transformado em Gin\u00e1sio Orientado para o trabalho de 1967.\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A agricultura recebeu uma assessoria t\u00e9cnica representada pela Esta\u00e7\u00e3o Experimental da Secretaria da Agricultura, em 1965.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A vida comunit\u00e1ria de Santo Augusto foi se tornando cada vez mais complexa, mas seus habitantes souberam dar respostas adequadas aos seus problemas. Numa demonstra\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia de classe e vis\u00e3o clara dos problemas que limitam a a\u00e7\u00e3o e dispersam as energias dos homens dedicados \u00e0 atividade fundamental do munic\u00edpio, a agricultura, no ano de 1967 teve in\u00edcio do funcionamento o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Augusto. No ano seguinte foi fundada a Cooperativa Agr\u00edcola Mista Santo Augustese LTDA.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">S\u00e3o estes em resumo, os tra\u00e7os fundamentais da hist\u00f3ria do munic\u00edpio de Santo Augusto. Os seus habitantes preocupados em transformar o meio f\u00edsico que lhes foi oferecido para nele instalar uma vida compartilhada por todos, mantendo viva a chama do pioneirismo de seus av\u00f3s e pais, buscam novas solu\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s da cooperativiza\u00e7\u00e3o e da introdu\u00e7\u00e3o de novas t\u00e9cnicas de trabalho. Pelas transforma\u00e7\u00f5es que se operam na agricultura, novos caminhos surgem para santo Augusto. Necess\u00e1rios se fazem grandes esfor\u00e7os de sua popula\u00e7\u00e3o, de seus dirigentes administrativos, de sue lideres empresariais, para que os benef\u00edcios deste desenvolvimento se expresse numa eleva\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o de vida m\u00e9dio, na melhoria das condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e habita\u00e7\u00e3o, no aumento dos anos de escolariza\u00e7\u00e3o a todos e no aumento das facilidades de comunica\u00e7\u00e3o, entre outras. (Autoria: Funda\u00e7\u00e3o de Integra\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento e Educa\u00e7\u00e3o do Noroeste do estado - FIDENE).</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Pesquisa: Equipe da C\u00e2mara.</p>\r\n<p style=\"text-align: left; \">\u00a0</p>", "author_name": "Interlegis", "version": "1.0", "author_url": "https://www.santoaugusto.rs.leg.br/author/Interlegis", "provider_name": "C\u00e2mara de Vereadores - Santo Augusto/RS", "type": "rich"}